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Nome: Diego Ribas da Cunha
Nascimento : 28/02/1985 em Ribeirão Preto
Idade: 20 anos
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“Tenho a certeza de que há sempre alguém da seleção que acompanha o que se passa no campeonato português. Além disso, e depois dos últimos êxitos, o FC Porto passou a atrair a atenção de todos. Sei que posso alcançar os meus objetivos defendendo este clube. Não preciso de ir para outro país”, revelou Diego, em declarações à agência Placar.
O problema é a concorrência no escrete. Segundo o jogador do FC Porto, “é a seleção que tem mais atletas de qualidade”.
Ainda assim, Diego apontou a Copa América como melhor exemplo do seu valor e admitiu que, hoje em dia, não sendo convocado para a seleção fica “chateado”.
Contudo, o pequeno génio pensa “assegurar um lugar entre os 22” para o Mundial, tendo depois no horizonte a luta pela titularidade.
Três mil torcedores acompanham treino do Porto
Cerca de três mil torcedores incentivaram a equipe do FC Porto no treino dessa manhã, no estádio do Dragão, visando o jogo contra a Académica. O grande número de torcedores demonstrou a esperança dos Dragões na conquista do título, já que essa é uma semana decisiva para a equipe, que pode conquistar o título da Superliga caso vença a Académica e o Benfica seja derrotado pelo Boavista.
O treino, que contou com o tradicional "rachão", foi bastante descontraído. Amanhã, o Porto treina no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, a partir das 10h30.
Bjinhux mininax to sem tempo!!!!
m!llynh@

O FC Porto fez ontem uma exibição de excelente nível, reduzindo o Rio Ave a uma equipe muito distante daquela que fez sensação durante grande parte do campeonato. O campeão nacional está renitente em passar o testemunho, tendo conseguido manter a esperança até à última jornada.
O FC Porto não quer entregar as faixas de campeão nacional de mão beijada. Pior: os dragões ainda podem acreditar que não vão ter de se desfazer de bem tão precioso e se bem que estejam dependentes de terceiros - só mesmo a ajuda dos vizinhos do Bessa os salvará - e ontem fizeram questão de mostrar essa crença.
Quem tem acompanhado a carreira dos portistas esta temporada pode dizer que acordaram tarde ou, então, que adormeceram em muitas alturas, entre as quais na semana passada contra o Moreirense. Ontem, talvez porque a pressão não fosse tão elevada, talvez porque já contassem com Costinha e Maniche - embora ainda sem ser a cem por cento -, os campeões nacionais encostaram o Rio Ave às cordas. O domínio foi avassalador, as oportunidades surgiram como cerejas e o resultado apenas teve a dimensão que teve porque Mora, enquanto esteve em campo, fez questão de mostrar que a exibição que tinha feito no Dragão, na primeira volta, não tinha sido obra do acaso.
Os dragões voltaram a repetir a bitola que tinham apresentado nos encontros com Setúbal e Marítimo. Futebol rápido, ao primeiro toque, com toda a equipa a movimentar-se com nexo e a pressionar perto da grande área contrária.
José Couceiro, já com todas as peças, montou a equipa num 4x4x2 extremamente móvel, no qual Diego funcionava como o pivô para a dupla de avançados formada por Hélder Postiga e McCarthy. Com a segurança de Costinha, o sentido posicional de Maniche e a classe e voluntariedade de Ibson, rapidamente se percebeu que o meio-campo vila-condense não iria dar conta do recado, não só a defender como a conseguir municiar os avançados para que estes usassem a arma que mais agrada à equipa de Carlos Brito: o contra-ataque.
Perante estes fatos, fácil é entender que a corrente futebolística só tinha um sentido: a baliza à guarda de Mora. O goleiro espanhol teve muito trabalho antes que os seus companheiros conseguissem apoquentar Vítor Baía. Aconteceu uma única vez, faltavam sete minutos para o intervalo, quando o guardião portista teve de se aplicar. E por esse lance ficou quase até ao fim do encontro.
O começo do Rio Ave na segunda parte pareceu querer contrariar a ideia atrás expressa. Entrou mais rápido, tentando trocar a bola ao primeiro toque e pelos flancos. Contudo, foi sol de pouca dura, até porque o FC Porto colocou-se em vantagem aos 55'. Um prémio mais do que correcto, já justificado há muito tempo e que acabou com as poucas esperanças do Rio Ave de aspirar outro resultado que não a derrota.
Como não há um mal que venha só, quatro minutos depois, os vila-condenses perderam o goleiro Mora, lesionado num choque fortuito com o seu companheiro Bruno Mendes e Hélder Postiga.
Os dragões continuaram a tentar aumentar a vantagem e garantir a tranquilidade que há muito mereciam. Porém, antes de o conseguirem, o Rio Ave, na única vez que conseguiu chegar à baliza de Baía, quase empatava. Valeu a classe e a rapidez do goleiro portista para evitar aquilo que seria uma imensa injustiça.
Na resposta, os dragões fixaram o resultado final e puderam respirar de alívio. Faltavam cerca de 20 minutos para o termo do encontro e, nem por isso, o campeão baixou o ritmo.

Bjim mininax q eu to cum pressa!!!!!! xauzim!!!!
Oh se liguem na ponta da capa do jornal!!!!!
m!llynh@
